Blog sobre os preparativos para nossa viagem ao VII EMF - 2012 em Milão - Itália e informações relacionadas ao evento e ao tema do encontro.
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segunda-feira, 7 de maio de 2012
Apresentada a área que sediará os eventos com o papa
Parque Norte de Milão, junto ao aeroporto de Bresso
ROMA, quarta-feira, 2 de maio de 2012 (ZENIT.org) - "Peço que vocês acolham Bento XVI como sucessor de Pedro", disse o arcebispo de Milão, Angelo Scola, pedindo às comunidades cristãs que não celebrem a missa na manhã do domingo 3 de junho, para valorizar a celebração litúrgica presidida pelo papa naquele mesmo dia, nas imediações do aeroporto de Bresso.
A área está se preparando para acolher os peregrinos do VII Encontro Mundial das Famílias. Uma conferência de imprensa foi realizada pela primeira vez na sede dos futuros eventos com o papa, que serão a Festa dos Testemunhos, no sábado, 2 de junho, e a Santa Missa, no domingo, 3 de junho. Estiveram presentes Erminio De Scalzi, presidente da Fundação Milão Famílias 2012; Bruno Marinoni, chefe da área operacional da fundação; Giuseppe Manni, presidente do Parque Norte Milão, área do evento junto ao aeroporto; Mario Battistello, presidente do Aeroclube de Milão, e Fortunato Zinni, prefeito de Bresso.
Durante o encontro com os jornalistas, foi anunciado ainda que o VII Encontro Mundial das Famílias terá o apoio do clássico do futebol mundial Inter x Milan. No domingo, 6 de maio, antes da partida, os jogadores entrarão em campo vestindo a camisa oficial do encontro.
Para baixar as imagens aéreas do local:
Vídeo
Para baixar o anúncio oficial do encontro:
Em breve estarão disponíveis no site www.family2012.com as fotos e vídeos da conferência de imprensa.
Comentário. Felizmente conseguimos um hotel próximo do local do evento. O que vai ser muito bom pois não precisaremos pegar o transporte para ir ao evento e qualquer coisa que aconteça voltamos para o hotel.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
CADA FAMÍLIA TEM A SUA VIA-SACRA
Meditação da Via-Sacra no Coliseu
ROMA, sexta-feira, 06 de abril de 2012(ZENIT.org) – Apresentamos a introdução das meditações da Via Sacra de Danilo e Anna Maria Zanzucchi, iniciadores do Movimento "Famílias Novas", presidida pelo Santo Padre Bento XVI nesta Sexta-feira Santa 2012.
***
Jesus diz: «Se alguém quiser vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-Me». Um convite válido para todos: solteiros e casados, jovens, adultos e idosos, ricos e pobres, desta ou daquela nação. Vale também para cada família, para os seus membros individualmente ou para a pequena comunidade como tal.
Antes de entrar na sua Paixão final, Jesus, no horto das oliveiras, deixado só pelos apóstolos adormecidos, teve medo daquilo que O esperava e, dirigindo-Se ao Pai, pediu: «Se é possível, afaste-se de Mim este cálice». Acrescentando imediatamente: «No entanto, não seja como Eu quero, mas como Tu queres».
Daquele momento dramático e solene, tira-se uma lição profunda para quantos se puseram a segui-Lo. Como cada cristão, também cada família tem a sua via-sacra: doenças, mortes, apuros financeiros, pobreza, traições, comportamentos imorais dum ou doutro, desavenças com os parentes, calamidades naturais.
Mas, neste caminho doloroso, cada cristão, cada família pode levantar o olhar e fixá-lo em Jesus, Homem-Deus.
Revivamos, juntos, a experiência final de Jesus sobre a terra, acolhida pelas mãos do Pai: uma experiência dolorosa e sublime, na qual Jesus condensou o exemplo e o ensinamento mais preciosos para vivermos em plenitude a nossa vida, segundo o modelo da sua vida.
Via-Sacra na íntegra.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Chegamos na metade do caminho
Chegamos a 50% do total necessário para bancar a peregrinação; estamos contentes pois temos mantido um certo ritmo.
Quando começamos faltavam 270 e agora estamos a apenas 110 dias do grande dia!
Abaixo, mostro um gráfico que demonstra o quanto cada trabalho rendeu.
![]() |
| Em homenagem a Itália, o gráfico tinha que ser Pizza! |
A Feijoada foi um grande evento que nos ajudou bastante, seguida dos lanches e das feiras de usados. Depois vem os cafés-da-manhã na paróquia, dos quais abrimos mão de continuar em favor dos jovens que estão se preparando para outra peregrinação... Enfim, até agora tivemos bastante trabalho e ainda falta metade do caminho.
Temos algumas ideias e esperamos que Deus continue nos abençoando em nossos próximos projetos. O tempo está curto e precisamos correr.
Agradecemos mais uma vez a todos que nos apoiam e ajudaram o marcador a sair do vermelho, agora rumo ao Verde...
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
O chamado à santidade no casamento
Encontro destaca o casal de beatos Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi
Por Salvatore Cernuzio
ROMA, quarta-feira, 30 de novembro de 2011 (ZENIT.org) - "Quando um homem e uma mulher se tornam um só no matrimônio, eles deixam de ser vistos como criaturas terrestres: tornam-se a própria imagem de Deus". Nunca houve uma personificação mais plástica destas palavras de São João Crisóstomo do que os cônjuges Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi, o primeiro casal beatificado na história da Igreja.
Beatos não “apesar do casamento”, mas precisamente por causa dele. O casal não foi elevado aos altares por ter fundado alguma congregação missionária, mas simplesmente porque viveu o casamento como um caminho concreto para a santidade e para Deus.
A data de celebração do casal beato na diocese de Roma é 25 de novembro, aniversário do casamento celebrado em Santa Maria Maggiore em 1905. Em fevereiro de 1994, foi iniciada no Tribunal para a Causa dos Santos do Vicariato de Roma a causa da canonização. João Paulo II beatificou-os em 21 de outubro de 2011, no vigésimo aniversário da Familiaris Consortio.
Justo nos dias em que o Vaticano realiza a Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, que aborda o trigésimo aniversário da fundação do dicastério, foi realizada no Capitólio romano, neste 25 de novembro, a conferência Cidadãos autênticos: nos passos de Maria e Luigi.
O encontro, dez anos após a beatificação do casal, procurou chamar a atenção para um aspecto que vai além do cristão e educativo: o ético e civil, enfatizando a contribuição que Luigi e Maria deram à cidade de Roma e a toda a Itália como "cidadãos autênticos".
“Quando falam dos meus pais, as pessoas sempre falam de casamento, família, educação dos filhos”, disse Enrichetta Beltrame Quattrocchi, quarta e última filha do casal, convidada especial da conferência. “Mas nunca falam da vida deles como cidadãos, que foi intensa".
“Por isso nós optamos pela Capitólio”, continuou Enrichetta, incansável aos 97 anos de idade. “Porque é um lugar de profundo valor institucional e de vínculo significativo com os cidadãos, mas principalmente porque eu me comovi quando o papa Bento XVI, em 9 de março de 2009, na hora de saudar os romanos destacando as glórias de Roma, nomeou os santos que trabalharam por esta cidade e, entre eles, os meus pais”.
Entre os muitos e ilustres convidados do encontro, estão Dom Luciano Suriani, delegado das Representações Pontifícias; Dom Paolo Mancini, vigário para a pastoral familiar da diocese de Roma; Marco Pomarici, presidente da Assembleia Capitolina; Salvatore Martinez, presidente da Renovação Carismática italiana; Maria Voce-Emmaus, presidente do movimento dos Focolares, e muitos outros.
“Maria e Luigi foram exemplos vivos de como a vida cotidiana pode concretizar o chamado à santidade, que é a medida da vida cristã diária”, disse Dom Suriani . “Cinquenta anos atrás, o Concílio Vaticano II lançou um apelo à santidade da família e ele se realizou graças aos dois beatos. Precisamos que todas as famílias do nosso tempo, a exemplo deles, também se tornem pequenas igrejas, verdadeiras escolas de oração”.
É uma missão que os Beltrame realizaram plenamente como esposos e pais, como fica demonstrado pelo fato de que os quatro filhos, ao crescerem, sentiram o chamado de Deus à vida religiosa: Filippo (Don Tarcisio) é padre diocesano; Stefania (irmã Maria Cecilia) é freira beneditina; Cesare (padre Paolino) é monge trapista, e Enrichetta, a caçula, é leiga consagrada.
Mas também é uma missão que se concretizou no engajamento civil, no respeito pela democracia, pelas instituições, pela cidade, no próprio trabalho (Luigi era advogado e Maria era escritora e enfermeira) em benefício da sociedade, particularmente dos pobres, doentes e aflitos.
Antonio Conte, presidente da Ordem dos Advogados de Roma, falou precisamente sobre isto: "Luigi Beltrame Quattrocchi nos oferece uma imagem do advogado, talvez menos comum hoje em dia, mas essencial para a compreensão da função de quem é ad-vocatus, ‘chamado com’, ‘chamado junto de’, para aqueles que precisam de assistência. Esta belíssima profissão se transforma em serviço puro, humanidade, santidade para a Igreja, se for acompanhada de um inclinar-se diante do homem para compartilhar, para carregar os fardos juntos com os oprimidos, para alegrar-se com aqueles que estão em festa. Ser ‘humano’ desta forma é algo que torna o advogado uma pessoa que tem uma missão na sociedade civil. Eu diria que esses elementos fizeram do advogado Beltrame Quattrocchi uma pessoa que realmente viveu o carisma da sua profissão, infundindo a alma cristã na atividade que realizava".
Também foi apresentada durante o encontro a Associação A.Mar.Lui, nascida por desejo da filha Enrichetta e presidida por Attilio Danise e Giulia Paola di Nicola, voltada principalmente aos cônjuges e namorados, mas aberta a todos: solteiros, sacerdotes, religiosos e todos aqueles "que desejem alimentar um espírito de família na Igreja e na sociedade, estar perto das famílias e das suas necessidades", como explicaram os presidentes.
Para selar o dia cheio de memórias e de emoções, foi oferecido o recital Uma auréola para dois, dedicado à vida dos beatos, na Domus Mariae de Roma, reunindo na mesma noite todos os participantes do encontro, inclusive famílias de diversas regiões italianas, membros da A.mar.Lui. e dos Focolares, assim como os participantes da reunião da CEI (Conferência Episcopal Italiana) sobre os 30 anos da Familiaris Consortio.
domingo, 6 de novembro de 2011
Última passageira a embarcar
Estávamos todos esperando a última passageira embarcar (Helena) para comprar as passagens. Compramos logo em seguinda, na sexta-feira e estamos muito felizes. Sairemos de Manaus dia 28/5/2012 com destino a Veneza e retornaremos dia 13/6/2012 a partir de Roma. Daremos uma pequena pausa na arrecadação e vendas para curtirmos nossa filha e para que a Gra se recupere. Em breve voltaremos, nos aguardem.
Gostaria de abrir um parênteses e agradecer ao Dr. João Catarino Dutra (obstetra da Gra) que mais uma vez fez um belo parto, aliás, fez o parto de todos os nossos filhos. Devemos muito a ele pois é um médico que honra a profissão e tem dado toda a assistência a Gra e permitido que ela tenha partos normais, mesmo quando a tendência é agendar o parto e passar o bisturi, o que seguramente é muito mais cômodo para os médicos.
Agradeço também a todos os nossos familiares e amigos que tem se disposto a nos ajudar, em especial à minhas irmãs Lia e Raquel e seu namorado Luiz que tem vindo a nossa casa esses dias nos ajudar com os meninos enquanto a Gra se recupera.
Gostaria de abrir um parênteses e agradecer ao Dr. João Catarino Dutra (obstetra da Gra) que mais uma vez fez um belo parto, aliás, fez o parto de todos os nossos filhos. Devemos muito a ele pois é um médico que honra a profissão e tem dado toda a assistência a Gra e permitido que ela tenha partos normais, mesmo quando a tendência é agendar o parto e passar o bisturi, o que seguramente é muito mais cômodo para os médicos.
Agradeço também a todos os nossos familiares e amigos que tem se disposto a nos ajudar, em especial à minhas irmãs Lia e Raquel e seu namorado Luiz que tem vindo a nossa casa esses dias nos ajudar com os meninos enquanto a Gra se recupera.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Santa Helena
Helena nasceu no século 3o no Império Romano. Filha de plebeus, era bondosa, inteligente e muito bonita. Trabalhando como faxineira em uma hospedaria, conheceu Constâncio Cloro, como quem se casou e teve um filho, Constantino.
Alguns anos depois, o imperador Maximiano nomeou Constâncio seu sucessor e obrigou-o a casar com sua enteada, Teodora. Constâncio aceitou e, quando se mudou para Roma, levou o filho. Quinze anos mais tarde, com a morte do pai, Constantino convidou a mãe para morar com ele.
Helena foi importante conselheira do filho. Para ser imperador, ele teria que derrotar Maxêncio, filho de Maximiano que havia perdido o trono. A batalha entre eles aconteceu em Roma, em 312. Helena tentou convencer o filho a converter-se ao catolicismo antes de lutar, mas Constantino não se decidiu. Durante a peleja, ele viu uma cruz no céu com os dizeres "Use este sinal e vencerá". Ganhou a batalha, tornou-se imperador e mandou pintar a cruz nas bandeiras de sua guarda.
Desse dia em diante os cristãos deixaram de ser perseguidos pelos romanos. Helena viajou por todo o império, auxiliando pobres e doentes e construindo igrejas. Conta-se que em suas peregrinações ela teria encontrado a cruz em que Jesus foi crucificado.
Perto de fazer 80 anos, voltou a Roma e morreu ao lado do filho. Está enterrada ali, na igreja que leva seu nome. Seu culto chegou ao Brasil com imigrantes espanhóis, que acreditavam que ela protegia navios de trovões e raios. É também padroeira dos pintores e das costureiras.
Alguns anos depois, o imperador Maximiano nomeou Constâncio seu sucessor e obrigou-o a casar com sua enteada, Teodora. Constâncio aceitou e, quando se mudou para Roma, levou o filho. Quinze anos mais tarde, com a morte do pai, Constantino convidou a mãe para morar com ele.
Helena foi importante conselheira do filho. Para ser imperador, ele teria que derrotar Maxêncio, filho de Maximiano que havia perdido o trono. A batalha entre eles aconteceu em Roma, em 312. Helena tentou convencer o filho a converter-se ao catolicismo antes de lutar, mas Constantino não se decidiu. Durante a peleja, ele viu uma cruz no céu com os dizeres "Use este sinal e vencerá". Ganhou a batalha, tornou-se imperador e mandou pintar a cruz nas bandeiras de sua guarda.
Desse dia em diante os cristãos deixaram de ser perseguidos pelos romanos. Helena viajou por todo o império, auxiliando pobres e doentes e construindo igrejas. Conta-se que em suas peregrinações ela teria encontrado a cruz em que Jesus foi crucificado.
Perto de fazer 80 anos, voltou a Roma e morreu ao lado do filho. Está enterrada ali, na igreja que leva seu nome. Seu culto chegou ao Brasil com imigrantes espanhóis, que acreditavam que ela protegia navios de trovões e raios. É também padroeira dos pintores e das costureiras.
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