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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Duomo e Sta. Croce em Florença

Florença é famosa pela sua beleza, arte, ciência e cidadãos famosos!!! Lá nasceu a Renascença e a herança disso se vê nas ruas, inúmeras galerias de arte e museus, e, obviamente, nas suas igrejas. A maior de todas é a catedral Santa Maria del Fiori, também chamada de o Duomo de Florença. Assim como vários outros prédios e monumentos da cidade, o duomo é tombado pela UNESCO como patrimônio da humanidade. 

Vista noturna do Duomo de Florença

Interior do Duomo
Dentre tantos famosos que nasceram ou viveram em Florença, como Leonardo da Vinci, Dante Alighieri e Rafael, duas grandes personalidades, Galileu e Michelangelo, estão enterradas em tumbas na Igreja de Santa Croce.

Igreja de Santa Croce em Florença

Interior da Igreja de Santa Croce

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Duomo de Milão

Peregrinação consiste em uma viagem de cunho religioso onde se visita santuários.

Nossa peregrinação à Itália tem como fim principal o VII Encontro Mundial das Famílias, porém antes e depois da semana do evento visitaremos outras cidades que guardam verdadeiras relíquias da Igreja.

Decidimos compartilhar com vocês alguns desses santuários que visitaremos. Portanto, durante essa semana, todo dia divulgaremos algumas imagens (tiradas da web) desses templos com um breve comentário.

Começamos hoje por Milão. Curiosamente, a cidade italiana mais moderna, porém a com o maior número de igrejas e onde reside a obra-prima inúmeras vezes restauradas A Última Ceia de Leonardo da Vinci.

Duomo de Milão. Catedral com 45m de altura e 136 pontas de mármore.
Interior do Duomo de Milão.
Fachada da Igreja de Santa Maria delle Grazie, onde da Vinci pintou A Última Ceia
Afresco A Última Ceia de Leonardo da Vinci no refeitório da Sta.Ma.delle Grazie

domingo, 30 de outubro de 2011

Baixa fertilidade e baixo crescimento econômico


A importância social do casamento e da família
Por Padre John Flynn, LC
ROMA, domingo, 23 de outubro de 2011 (ZENIT.org)) – A redução do número de nascimentos e de casamentos terá impacto significativo na economia e na sustentabilidade das políticas assistenciais e de segurança social. Esta é a advertência de The Sustainable Demographic Dividend: What Do Marriage & Fertility Have To Do With the Economy? [O dividendo demográfico sustentável. O que o casamento e a fertilidade têm a ver com a economia?, n.d.t.], documento publicado pelo Social Trends Institute e financiado por organizações de famílias e universidades.

O Social Trends Institute é um organismo de pesquisas sem fins lucrativos, com sede em Barcelona e em Nova Iorque, que estuda quatro temáticas: família, bioética, cultura & estilos de vida e governo corporativo.
A prosperidade das economias aumentará ou diminuirá conforme o tratamento dado às famílias, diz o informe, indicando duas grandes tendências que preocupam:
Primeira: a população idosa e dependente está sofrendo um aumento brusco, enquanto a população em idade de trabalho está estancada ou diminui em muitos países desenvolvidos.
Segunda: o número de crianças em famílias de pais casados está se reduzindo com rapidez.
O termo demographic dividend, do título do informe, foi utilizado por alguns economistas para explicar a aceleração do crescimento econômico nos países asiáticos em que o aumento demográfico caiu bruscamente. O freio demográfico teria liberado recursos para estimular o crescimento econômico.
Este dividendo é, em realidade, um empréstimo, que precisa ser devolvido. O estancamento econômico do Japão nos últimos anos se deve em parte à baixa fertilidade registrada a partir dos anos 70, segundo o informe.
A experiência japonesa é uma advertência para a China, que viu sua taxa de natalidade cair abaixo do limite de substituição nos anos 90. Muito provavelmente, o gigante chinês terá uma redução do crescimento econômico nas próximas décadas, devida à redução da sua força de trabalho.

Qualidade
As economias estarão sob pressão não só por causa da redução dos trabalhadores, mas também devido à qualidade reduzida. O casamento está em declive em muitos países. O conjunto de divórcios, convivências e famílias de um só pai implica um grande número de crianças nascendo fora de famílias casadas. Isto acontece em muitos países europeus e na América do Norte, onde 40% ou mais nascem de pais não casados.
O informe destaca a Suécia, onde 55% das crianças nascem de pais não casados. Apesar da ampla aceitação social da convivência e do apoio jurídico e econômico que esses casais recebem, suas famílias são muito menos estáveis do que as casadas. Os filhos de casais não unidos em matrimônio têm probabilidade 75% maior de que seus pais se separem antes que eles cheguem aos 15 anos de idade.
As crianças criadas por um só dos pais também têm probabilidades 50% superiores de desenvolver problemas psicológicos, com drogas, alcoolismo, tentativas de suicídio ou suicídio consumado.
A pesquisa mostra que os filhos de famílias instáveis têm menos probabilidades de sucesso nos estudos e no trabalho, e que os homens casados que permanecem casados trabalham mais e ganham mais.
Segundo o informe, “os países que têm uma cultura matrimonial relativamente mais forte, como a China, a Índia e a Malásia, provavelmente terão dividendos de longo prazo”. Mas, infelizmente, muitos países não se encontram nesta posição afortunada.

Propostas
O informe não é de todo pessimista. Propõe:
- Maior apoio às empresas familiares, agrícolas ou não, que garantam mais estabilidade econômica às famílias.
- Ajudar os jovens a conseguir emprego seguro e duradouro, evitando o trabalho ocasional ou por contrato. Um trabalho seguro permite começar uma família e ter filhos.
- Habitação a custos razoáveis. Os elevados preços dos imóveis se associam a taxas de fertilidade baixas em todo o mundo.
- Flexibilidade para as mulheres que preferem combinar as responsabilidades familiares com o trabalho, para poderem fazê-lo sem deixar o emprego ou a jornada completa.
- Os governos deveriam apoiar o casamento e educar as pessoas sobre as suas vantagens, bem como sobre as desvantagens das uniões informais.
- Incentivar a poupança entre os jovens e dar mais apoio financeiro aos casais com filhos.
- Fazer um esforço para “polir” a cultura contemporânea contrária à família e promotora da promiscuidade.
- Os governos deveriam respeitar a contribuição positiva que a religião pode dar à família.
O papa Bento XVI falou recentemente da importância do casamento. Falando a um grupo de jovens noivos em Ancona, Itália, ele os encorajou a enfrentar os desafios que a cultura de hoje impõe à fidelidade matrimonial.
“A estabilidade da sua união no sacramento do matrimônio permitirá aos seus filhos crescerem confiados na bondade da vida”, afirmou o papa. “Fidelidade, indissolubilidade e transmissão da vida são os pilares de toda família, verdadeiro bem comum, patrimônio precioso para toda a sociedade”.
Um conselho não só religioso, mas também econômico.